13 fevereiro 2011

Não digas ao Sol que te trago no peito

- ele não sabe que há maior calor-

Que é deitar-me contigo no leito

Onde fazemos muito mais que amor



Não digas à noite que vens ter comigo

-ela pensa que eu te inventei-

Quero apenas a minha nudez, contigo

Numa sinfonia que nunca toquei


Não digas à Lua que és meu amigo,

Que tenho nos teus braços o meu doce abrigo;

Ela não sabe quanto é bom partilhar.



Pede só ao dia que não venha ainda,

Que nos deixe ficar numa noite infinda,

porque todo o tempo é pouco para amar.

7 comentários:

Braulio Pereira disse...

linda tua prece.

bom domingo

beijos!!

Rogério Pereira disse...

Tal como pediste
Poeta
Nada disse do querias
que não dissesse
ao sol, à noite, á lua
Esperei apenas para
poder pedir ao dia
que não viesse...
E o dia não veio
todos estes dias
Talvez por isso
esta escuridão
apertada,
que trago no coração...

São disse...

Estás a escrever cada vez melhor, sabes?

Um abraço, escritora.

© Piedade Araújo Sol disse...

um soneto muito bonito.

beij

Pena disse...

Oh, Linda e Pura Poetiza Amiga Doce:
Que "coisa" mais linda escreveu com um encanto profundo e maravilhoso sentir seu.
"...Não digas à Lua que és meu amigo,
Que tenho nos teus braços o meu doce abrigo;
Ela não sabe quanto é bom partilhar..."

Lindo. Lindo. Lindo.
Que delicioso poema de amor. Soberbo e notável.
Honra-me a sua preciosa amizade.
É sublime. Fantásticos os seus versos de enternecer perante tanta beleza e magia poética.
Parabéns.
Abraço amigo de arrepiar ao seu talento fantástico.
Com respeito e admiração SEMPRE!

pena

É linda, sabia?
Excelente!
Fabuloso.

d'Alma disse...

Muito bem, atendendo seu pedido, vou conceder-lhe mais uns momentos de prazer, de amor, de felicidade!.... nada lhe direi;))...



Abraço

Nilson Barcelli disse...

Todo o tempo é sempre pouco para amar... pois claro...
Gostei do teu soneto. Belíssimo.
Beijos, querida amiga.

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