04 novembro 2010

Não sei como voamos

Mas voamos. No espaço, nesse plano que é nosso, nulo de distância, prenhe de nós.

Não sei como nos lemos.

Mas lemos. No silêncio que se alonga, nas palavras adivinhadas, nossa imagem de marca.

Não sei como nos tocamos.

Mas tocamos. Com o olhar, com a cumplicidade de dois seres que se admiram e se sabem.

Não sei como nos conhecemos.

Mas conhecemos. E isso é tão maravilhoso…

10 comentários:

Maria disse...

Quando as 'coisas' se sentem assim estamos a um passo, um pequeno passo, de tudo o resto. E é tão maravilhoso...

Beijos.

G... disse...

É...
Como disse a Maria: quando se sente assim...
Maravilhosas, as tuas palavras.
Beijinho

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

E é mesmo!

São disse...

Ainda há quem diga que a proas não pode ser poética!

Linda, se passares lá pelo "são" te agradeço.

Um bom final de semana para ti e tuas crianças.

Braulio Pereira disse...

tuas palavras
deixam aromas
encantadores


beijo!!

Vieira Calado disse...

Pois, amiga!

O mais difícil, por vezes,

é conhecer...

a pessoa certa...

Bjs

Sofá Amarelo disse...

Quantas coisas na nossa vida não sabemos como acontecem... mas acontecem! Não sabemos como se revelam... mas revelam-se!

© Piedade Araújo Sol disse...

não sabemos tanta coisa, e no entanto sabemos sem saber.

gostei..

beij

Rafael Castellar das Neves disse...

Muito bonito e gostoso de se ler...gostei!

[]s

De Amor e de Terra disse...

E será que é preciso saber?
Creio que nestes casos, o melhor é olhar, tocar e não pensar!
Bjs. minha querida menina.
M.M.

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