08 novembro 2010


Que farei com esta espiral,

Que me enreda na ansiedade?

Diz-me que ela é natural,

Que é sinónimo de liberdade…


Que farei com as palavras

Que não são pronunciadas?

Diz-me que se as soltar

Nunca serão censuradas…


Que farei com a nostalgia

De dois braços que me envolvam?

Diz-me que se tornará alegria

De vidas que se renovam


Que farei com esta angústia

De quem só incerteza detém?

Diz-me que gostas de mim

E que ficará tudo bem…

7 comentários:

Braulio Pereira disse...

me deixas sem respiraçâo

dia de vento ..

voz de um vulcâo

no teu lamento


beijos!!

Antonio Saramago disse...

Com o temporal que está,linda escrita para atenuar.

Gi disse...

Como no FB: Gosto. :)

São disse...

Seria tão bom que essas respostas tivessem o tom que se pretende, não é?

Um abraço.

as essências disse...

Nada Faça ou faça tudo, segundo o coração. Beijinhos.

Pitanga Doce disse...

Ai menina, que este teu poema associado a esta música do Abrunhosa, sei não...

"Agarra-me esta noite
que amanhã não estou aqui".

Ó dó!

G... disse...

Ficará.
Tão bem como as palavras no poema.
Tocou-me.
Muito.
Beijo

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