28 novembro 2010

Estarei à tua espera, não te atrases

Vem ter comigo junto à clareira

Ali, onde fizemos as pazes

O rumor do rio mesmo à nossa beira



Vem à hora que hoje combinámos

Sabes, não consigo ficar mais sozinha

Junto a esta lareira onde nos deitámos

Após a dança inventada na cozinha



Fica comigo nos poemas de amor

Na luta que termina sempre em empate

Deixa-me mostrar-te que do teu calor

Não há força alguma que me resgate

7 comentários:

Maria João disse...

Tão leve e tão terno este poema!

Escrito com as palavras simples do que é tão importante...

Gostei muito, mesmo!

Beijinhos

BlueVelvet disse...

Há algo aqui que me lembra Florbela.
Como mudáste a tua escrita num ano!

Carla disse...

que nos poemas de amor se escreva o nome de quem amas
voltei amiga e deixo um beijo enorme de saudades

Braulio Pereira disse...

apaixonado coraçâo

porque abalaste de mim

léva-me a emoçâo

diz-me !! sim..


beijo!!

Vieira Calado disse...

Quando termina em empate,

ninguém se pode queixar...

Não é, amiga?

Beijocas.

Sofá Amarelo disse...

Nestas coisas o empate é a vitória, e o resgate é a cumplicidade!

São disse...

Onde andaste escondida tanto tempo, poeta?

Um abraço grande.

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