27 agosto 2011

Despedida


Não me peças mais um dia;
Chegou o momento.
Voam memórias no reino do esquecimento,
Quebram-se asas no céu na fantasia.

Não me peças mais um beijo;
Selei a boca.
A voz, outrora doce, fez-se mouca,
Olho-te e já não é a nós que vejo.

Não me peças mais abraços;
Cheguei ao fim.
A vida despediu-se hoje de mim
Levando sonhos, amores e cansaços.


15 comentários:

elvira carvalho disse...

Não me peça mais um dia que eu digo já. Sabe que está escrevendo cada dia melhor? Nota-se uma grande evolução.
Está mais segura, mais solta. Gosto.
Um abraço e bom Domingo.

Maria disse...

É uma despedida forte. Talvez necessária...

Um beijo.

Braulio Pereira disse...

libre pensadora

libera teus sentimentos

de natureza sonhadora

forte como a força deste vento


Braulio.

feliz domingo!!


beijos!!

São disse...

Concordo de todo com a Elvira.

Bom domingo.

Jony River disse...

bonito, mas um pouco triste.....

Madalena disse...

Venho agradecer-te as visitas no blog. Gosto muito! Beijinhos

albana disse...

muito tristes as despedidas quando nos levam sonhos, amores e cansaços...

Bjinho

Vieira Calado disse...

Obrigado pelos seus votos,

em relação ao meu livro.

Saudações poéticas.

Sofá Amarelo disse...

Não me peças mais sorrisos... quando as mãos selam memórias esquecidas...

N. Barcelli disse...

Às vezes é preciso que haja mesmo uma despedida...
Mas continua a escrever...
Poema forte, definitivo. Gostei imenso.
Beijos, querida amiga.

© Piedade Araújo Sol disse...

despedidas sao sempre dolorosas.
por vezes necess+arias.
um beij

Maria João disse...

Triste, mas tão bonito este teu poema.

Um beijinho, amiga

Pitanga Doce disse...

"Olho-te e já não é a nós que vejo."

Ainda hoje disse algo parecido. Já não existe "nós!. O que ficou foi "eu e você".


Boa noite que já dormes de certeza.

Luis Eme disse...

a desilusão amorosa é tão amiga da poesia...

beijinho Filoxera

Jony River disse...

Espero sinceramente que assim nao seja....

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