10 novembro 2011

Sinal azul


Proximidade na distância anulada,
Reencontro adiado, a noite florindo,
Fomos riso, medo, gula agrilhoada
Num sono, enganado, já fugindo.

Histórias de silêncios e cavalos marinhos,
Azuis que se acendem nos nossos sinais.
Tatuagens onde trilhamos caminhos,
Fôlegos perdidos em traços tribais.

Não sabemos o toque, a pele arrepiada,
O rubor que nos toca quando nos sentimos,
Mas criamos enredos, esculpidos do nada
Que é tudo nas horas em que, juntos, rimos.

13 comentários:

Rogério Pereira disse...

"Mas criamos enredos, esculpidos do nada
Que é tudo nas horas em que, juntos, rimos."

o direito ao momento em que mais nada conta?...

São disse...

Ah, a poesia continua...e de boa qualidade!

Fico contente por isso, rrss

Bom final de semana.

Braulio Pereira disse...

olá ternura.


arte e beleza

heresia de perfume

brota de ti..

feliz dia e optimo final de semana.


beijos!!

Luis Eme disse...

sinais azuis de saudade...

beijinhos Filoxera

Maria disse...

Azul?
Sabes que o amor é azul...

Beijo
:))))

Ricardo Miñana disse...

Bonito poema lleno de ternura,
un placer pasar por tu espacio.
que tengas un feliz fin de semana.
un abrazo.

elvira carvalho disse...

Com semelhante cor só podia sair um bom poema.
Um abraço e bom Domingo

Maria João disse...

Às vezes, um sinal azul é tudo quando nos basta...

Um beijinho grande, minha amiga

Maria João disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
albana disse...

gosto de azul, é uma cor que não tem fim, tanto no céu como no mar...
gosto do poema...é sempre tão bom vir aqui!

Boa semana!

bjinho

bettips disse...

E se se sente
como não carpir um tempo adiado ou esfumado? "A invenção do Amor", vivido ou imaginado a viver.
Aos poetas cabe dizê-lo em frases que nos dão o braço do sentimento!
Bj

Fernando Santos (Chana) disse...

Bela Poesia...Espectacular....
Cumprimentos

BRANCAMAR disse...

Muito lindo.
Momentos que valem a vida!
Beijinhos
Branca

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