29 julho 2007

Homenagem



O desenho não é meu. Mas não pensem que vou alimentar o meu blog com desenhos ou textos da autoria de outros; para isso, publicava letras de músicas, extractos de livros, poemas ou ilustrações que me inspirassem e citava as fontes. Não, a ideia não é essa. Não só porque os autores que me deleitam não precisam da publicidade que eu pudesse fazer-lhes, mas também porque não foi essa a minha intenção ao criar este blog. Hoje, fica esta Lisboa, cidade onde nasci, em jeito de homenagem. Homenagem a quem fez este desenho e que descansa, para nunca mais se cansar, lá longe. A muitos milhares de quilómetros. Lá, onde a minha cabeça tem andado nos últimos tempos...

7 comentários:

SOBE E DESCE disse...

Eu bem quero parar e não consigo!...
Mais uma não é?...
Que mais há?...
Tanta coisa meu Deus!... e as mãos vazias!...

Sophiamar disse...

Os corvos e o barco que transportou os restos mortais de S.Vicente desde o Sul até Lisboa.Um símbolo muito bonito. E há quem desconheça que S.Vicente é o padroeiro da cidade.
É sempre bom relembrar.
Beijinhos

De Amor e de Terra disse...

Também acho que vale a pena recordar.
É realmente lindo o desenho e o que representa.

Um beijo menina e boa noite.

Maria Mamede

Sophiamar disse...

Uma bonita homenagem à cidade em que nasceste.
Beijinhos

Anónimo disse...

Lisboa, Lisboa... que saudades eu tenho da cidade que também me viu nascer!

Victor Nogueira disse...

Alguém diz com lentidão:
"Lisboa, sabes..."
Eu sei, é uma rapariga
Descalça e leve.
Um vento súbito e claro
Nos cabelos,
Algumas rugas finas
A espreitar-lhe os olhos,
A solidão aberta
Nos lábios e nos dedos,
Descendo degraus
E degraus
E degraus até ao rio

Eugénio de Andrade

Victor Nogueira disse...

Olá
Faltava o último verso. Sorry pela repetição !

"Alguém diz com lentidão:
«Lisboa, sabes...»
Eu sei. É uma rapariga
descalça e leve,
um vento súbito e claro
nos cabelos,
algumas rugas finas
a espreitar-lhe os olhos,
a solidão aberta
nos lábios e nos dedos,
descendo degraus
e degraus
e degraus até ao rio.

Eu sei. E tu, sabias?"

Eugénio de Andrade

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