07 junho 2007

Começaram as hostilidades

Ruído ensurdecedor, enorme confusão. Exausta, parece que vou ruir. Mas é só uma impressão minha...
Bang! Bang!
Estrépitos, seguidos de silvos. Guerras que vêm ao meu encontro, balas que me acertam em cheio.
Na cabeça, no coração.
Tombo, exangue.

(Não houve declaração de guerra, ninguém avisou ninguém do perigo, e da necessidade de usar colete à prova de bala, capacete...)

4 comentários:

Anónimo disse...

Antes das guerras começarem temos de ter a noção de que vão acontecer, e mais ainda a noção das consequências imprevisíveis de guerras desnecessárias.

Muitas guerras são desnecessárias!... Talvez nós...
Bj

Anónimo disse...

Para que servem as guerras? Possívelmente para nada, sera que vale a pena "ir a guerra" ou por vezes o mais acertado é acenar com o lenço branco e rendermo-nos antes que haja mais baixas...principalmente do nosso lado!

SOBE E DESCE disse...

Que bom é passear, estar estendido ao sol correu e brincar!
Nada de guerras deixem isso para os que não sabem o que é amor.

Maria Jose disse...

Por vezes, as primeiras guerras começam dentro das nossas casas...mesmo que apenas com palavras...
Bom mesmo é estar ao lado de quem se gosta e, em vez de "ruídos", ouvir "música"...
enche-nos a alma !...

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