16 novembro 2013

Oásis


(imagem retirada da internet)

Um oásis pela frente.

O calor evolando-se do chá de menta, dos corpos lânguidos, ocultos pelos véus.

Uma dança do ventre que se solta duma carícia, na tenda secreta, de entre almofadas multicolores.

Há palmeiras a derreter nos últimos acordes de Sol. Rosas do deserto escondendo-se dos ventos contra-alísios.

Espíritos encantados por flautas que desencantam serpentes.

Aromas de narguilé embriagam o ar quente e os sentidos.

A imensidão das dunas, pequena perante as nossas viagens pelas palavras.

4 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

Viajando pelas palavras, as dunas são mais belas...

Mel de Carvalho disse...

Gosto de te ler, Sofia. Grata.
Um beijinho

São disse...

Sinceramente, uma serena pausa de doçura nestes momentos tristes.

Grato beijo

bettips disse...

Lembrei "Um Chá no Deserto".
O amor e a rusticidade, uma abóbada em que cabem todos os sonhos.
Obg pela companhia e
Abç

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