29 fevereiro 2012

Saudade



Saudade da tua pele na minha pele,
Bailado sedento de corpos inebriados
Esgotados de tanto saborear esse mel,
Licor de amantes embriagados.



Saudade do teu calor no meu calor,
Mãos dadas num brinde de harmonia,
Das tantas vezes em que, mais que amor,
O que fizemos foi pura poesia.



Saudade da tua vida na minha vida,
Do reencontro ansiado e intenso,
Quando me aninhavas nos braços, despida
E o tempo parava, por nós suspenso.

11 comentários:

Lídia Borges disse...

A saudade é um sentimento estranho: dói, afagando.

Um beijo

São disse...

Muito bom o poema, que a saudade, essa, nunca é boa...

Um abraço

Gisa disse...

E o tempo para o tempo que quisermos.
Um grande bj

Chousa da Alcandra disse...

Eu tamén quero ser poeta...e que nunca nunca nos falte esa poesía que ti dis!!!

Beijos galegos

Maria disse...

Muito dorido...
Afoga a saudade e vai em frente!

Beijo.

elvira carvalho disse...

Gostei do poema. Mas saudades na sua idade? Caramba na sua idade vive-se.
Um abraço e tudo de bom para si

Braulio Pereira disse...

violetas para ti

Céu . vida . Amor


Vive e Ama

beijos poeta!!

Mar Arável disse...

No ciclo das marés

Mar Arável disse...

No ciclo das marés

Nilson Barcelli disse...

Saudade assim é pertinente...
Belo poema, gostei muito.
Filó, querida amiga, tem uma boa semana.
Beijos.

© Piedade Araújo Sol disse...

saudade, amor e ternura.

muito bonito.

beij

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