23 fevereiro 2014

Amo-te


Amo-te desde sempre.
O amor não conhece limites, é intemporal.
Por isso, sei que te amei ainda antes de nascer e amar-te-ei sem que a eternidade seja medida suficiente.
Amo-te por tudo o que és e pelo que de ti desconheço.
Amo-te sem necessitar de ti e sem que precises de mim.
Sem exigências.
Amo-te na liberdade de nos falarmos ou na telepatia do silêncio.
Na quietude da escrita ou no fogacho da paixão.
Amo-te porque não és perfeito, mas és verdadeiro.
Para terminar, e só porque gosto de dizê-lo: amo-te!

5 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Dizemos "amo-te" muito poucas vezes... por isso, diz "amo-te" sempre que te apeteça.
Belo poema, gostei imenso.
Beijos, querida amiga.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Do amor, Escrito a quente
Como o faz, bem pouca gente

Lídia Borges disse...


O amor altruísta e maduro como um fruto doce, pronto a colher.



Um beijo

Nilson Barcelli disse...

Minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijos.

antonio rosario disse...

vim visitar-te, beijinhos

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