05 maio 2013

Mãe



Foi teu o ventre que me alojou
Foram tuas as dores que me pariram
Foi na tua que a minha vida começou
Foram teus os primeiros olhos que os meus viram

Foi nos teus braços o primeiro embalo
Foi teu o carinho que alimentou
Cada dia deste amor que não calo,
Cada traço daquilo que hoje sou

Foram anos de aprendizagem e ternura,
Histórias, sorrisos, tristezas, alegrias,
De um percurso de amor que tudo cura:
Dores, lágrimas, incertezas, melancolias.

4 comentários:

Rogério Pereira disse...

"Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga"

Carlos Drummond de Andrade

Nilson Barcelli disse...

Um belo poema de amor.
Gostei muito.
Um beijo, querida amiga Filó.

A.S. disse...

Mãe!
Palavra que não tem dimensão
alcança todos os horizontes
cabe em qualquer coração
bebe-se em todas as fontes...


Beijos,
AL

Sofá Amarelo disse...

Que MÃE é o ser SUPREMO :-)

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