31 julho 2010

Guardo, de ontem, o peso da ausência.

O vazio de nós, a dor crua da saudade

Preenche cada momento, cada espaço

E pensamento, numa crescente ansiedade



Hoje, aguardo-te, num fio de esperança

Contido, inesperado, como o nosso amor

Manto mágico de riso e lágrima,

De terna mistura de sonho e sabor



Amanhã é um tempo por desvendar

Um tempo no qual seremos fonte ou foz

Dum rio que corre, ora sereno ora revolto

Como esta corrente nua, que somos nós

9 comentários:

jo ra tone disse...

Lindo poema, cheio de palavras bonitas.
Alcança o que esperas, sem perda de tempo.
Beijinho
Desculpa pela ausencia.

De Amor e de Terra disse...

Cada amanhã é fonte (acho eu), porque renova, porque faz nascer
não somente o dia, mas também a esperança.
Que cada alvorecer possa trazer-te a Paz e a Serenidade.
Bjs.
Maria Mamede

Braulio Pereira disse...

olá querida amiga

cada palavra um sonho

intensas cheias de ternura

delicadeza e doçura

adorei como sempre


beijos meus!!!

São disse...

Que o tempo de amanhâ te desvende caminhos felizes !

Uma semana alegre com as tuas crianças.

Maria disse...

Que essa corrente nua, certamente caudalosa, vos leve a bom porto...

Beijos.

Pedro disse...

"Amanhã é um tempo por desvendar
Um tempo no qual seremos fonte ou foz
Dum rio que corre, ora sereno ora revolto
Como esta corrente nua, que somos nós"
Cumprimenta,

bettips disse...

...vejo que, sem sair fronteiras, continuas "nas rotas do sonho" (e ainda bem!)
Bjinhos

Isa disse...

É verdade, a Isa sou mesmo eu :)

Vieira Calado disse...

Muito belo

este poema!

Beijocas

e bom fim de semana.

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