16 novembro 2007

A minha manhã acordou assim, belíssima...







19 comentários:

Carlinha disse...

Olá!!
Sempre passo aqui, mas nunca comento. Descobri vc através do blog da Bárbara Cecília e virei frequentadora assídua...
As fotos estão espetaculares!! Parabéns!! (Não pude deixar passar dessa vez...)
Beijos.

Alexandre disse...

Uau, as fotos estão divinais, fantásticas, conseguiste captar o melhor que o Céu tem para nos dar - fico com vontade de amanhã também fotografar algo semelhante - se conseguir!

Muitos beijinhos! E parabéns pelas fotos!

SOBE E DESCE disse...

São lindas. Adoro tanto o pôr como o nascer do Sol

Carminda Pinho disse...

E acordou linda a tua manhã!
Beijos e bom fim de semana.

Sky Walker disse...

Como é bom acordar ir à janela sentir o fresco no rosto e comtemplar tanta beleza...
O dia assim só pode correr bem...
Gostei do teu espaço...

Sophiamar disse...

Lindas as tuas fotografias! Obra de Mestre Pintor que, segundo parece, o homem está a querer destruir.Sinto que está a abrir-se mais uma janela na minha vida . A tempestade vai cessando e uma manhã bonançosa está a entrar no meu peito.
Grata por tudo, deixo-te mil beijos.

Isabel

Maria Jose disse...

Para além de todos os talentos que já te conhecemos, agora ainda temos o de fotógrafa ?!...

Um grande beijinho

Blue Velvet disse...

UAU!
Não te conhecia estes dotes.
Parabéns.
Começaste bem o dia.
Beijinhos e bom fim-de-semana

Victor Nogueira disse...

Olá :-)
Nunca encontrei um nascer ou pôr do sol como esses. Por aqui está quase o sol a levantar-se e eu a deitar-me.
Bjo
VM

Jasmim disse...

Um beijo e até breve


Um céu e nada mais

Um céu e nada mais - que só um temos,
como neste sistema: só um sol.
Mas luzes a fingir, dependuradas
em abóbada azul - como de tecto.
E o seu número tal, que deslumbrados
eram os teus olhos, se tas mostrasse,
amor, tão ribalta azul, como de
circo, e dança então comigo no
trapézio, poema em alto risco,
e um levíssimo toque de mistério.
Pega nas lantejoulas a fingir
de sóis mal descobertos e lança
agora a âncora maior sobre o meu
coração. Que não te assuste o som
desse trovão que ainda agora ouviste,
era de deus a sua voz, ou mito,
era de um anjo por demais caído.
Mas, de verdade: natural fenómeno
a invadir-te as veias e o cérebro,
tão frágil como álcool, tão de
potente e liso como álcool
ímplodindo do céu e das estrelas,
imensas a fingir e penduradas
sobre abóbada azul. Se te mostrasse,
amor, a cor do pesadelo que por
aqui passou agora mesmo, um céu
e nada mais -que nada temos,
que não seja esta angústia de
mortais (e a maldição da rima,
já agora, a invadir poema em alto
risco), e a dança no trapézio
proibido, sem rede, deus, ou lei,
nem música de dança, nem sequer
inocência de criança, amor,
nem inocência. Um céu e nada mais.



Ana Luísa Amaral
de Às Vezes o Paraíso

Homem sem rosto disse...

Lindo, lindo.
Uma imagem vale mil palavras, e um por de sol tem sempre impregnado uma magia sem fim.

Beijos, e obrigado pela tua visita, bem como pelo incentivo.

elvira carvalho disse...

maravilhosas as fotos. Fazem lembrar ilhas paradísiacas, onde o nascer ou pôr do sol têem um encanto especial.
Um abraço

Sophiamar disse...

Vim deixar beijinhossss. Noite serena!

Anónimo disse...

Por vezes a tentação de ficar até tarde na cama é mais do que muita, mas quando isso acontece acabamos por deixar passar momentos como este fantástico nascer do sol.

De Amor e de Terra disse...

Há lá coisa mais bonita que o céu, com o sol em levante ou poente?!...
E estas fotografias deste levante, estão maravilhosas.
Parabéns Amiga!!!
Será que foram tiradas aqui para os meus lados?!

Beijos


Maria Mamede

Maria disse...

Agora que já conhece o Alentejo, tente embrenhar-se também no Alentejo serrano.
Aquele Alentejo onde pouca água chega (somente a da chuva), onde os medronheiros se colam aos "chaparros", onde o mato é tão denso que o "restulhar" de qualquer animal parece as passadas dum leão que nos segue, onde não entra um carro, porque não há estradas, o Alentejo profundo, onde o cheiro da terra é tão intenso que nos embriaga e o sono nos vence, como uma embriaguês provocada pelas flores e frutos dos medronheiros.
Alentejo seco, envolvente, misterioso, onde o trabalhar, no Verão é penoso, onde não existe turismo, nem montes recuperados, quase deserto, nas grandes serranias.
A beleza é tal que muitas vezes, quando olhamos aquelas arvores seculares, gostaríamos de ser uma "Jane" viver ali com um "Tarzan", construir uma casa na sua copa e ficar lá para sempre.
Bj

Flor Selvagem disse...

Afinal o fim de semana termina aqui e eu fui ali mais abaixo, mas valeu a pena.
Bj

Maria disse...

Gostei de a ver por aqui.
Aqule Maria é das desgraçadas que levaram uma vida a fazer rendinhas, que não saia sozinha, enfim pensa que as pessoas se preocupam com ela por tudo e por nada.
Tenho pena de pessoas assim, mas ...
Diga-me uma coisa se faz favor, em Beja ainda existe o Luis da Rocha?... Tinha lá uns bolinhos!... Ai!...Ai!...
Bom domingo.
Bj


É verdade há com cada coincidência!...

Pena disse...

Um pôr-do-sol que fala por si próprio.
Parece impregnado de vida...
Como conseguiu...?
Perfeito!

Beijinhos amigos

pena

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