24 junho 2010

O tempo pára quando contigo me deito. Faço-me tua, saboreando-te me deleito. Sigo-te os gestos. Os murmúrios. Os beijos. O ritmo que me inflama. Na soleira da nossa cama.
O tempo que pára para nós, nas vontades cegas de tanto amar. Nos corpos desejosos de se abrigar. Na urgência de fugir e de partilhar. Abrigo livre onde vens desaguar.

6 comentários:

Vieira Calado disse...

O amor livre!

Beijocas

Vera disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
gaivota disse...

pára o tempo, tudo pára...
há momentos assim...
beijinhos

Maria disse...

Quando o amor diz 'vem'...
Bonito, poético e saboroso...

Um beijo.

tulipa disse...

É bom ler palavras cheias de sentimento, como estas.

Aqui...
deliciei-me!!!

Beijos de saudades.

Braulio Pereira disse...

ternura bondade
eleva a alma
amor e amizade
suave brisa calma

adorei teu poema


beijos!!

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