Deixa-me chorar-te e rasgar, lentamente, a pele
Com gemidos agudos de frio e de saudade
Voltarei a chorar-te sempre e enquanto houver
Olhos e dor e peito. E vontade.
Deixa-me chorar-te, obrigando-me a viver
Com a mágoa da perda, do fracasso
Do elo que criei, nunca o querendo perder
Que desagua num rio que é o meu regaço.
Deixa-me chorar-te e uivar até morrer
E depois olhar-te ao longe, sabendo que não voltas
Deixa-me rever-te no passado, nas paredes
Que me acolheram lágrimas, filhos e revoltas.
10 comentários:
Acho que sei de onde vem esta inspiração... E gostei de te ler assim, poema feito de lágrimas e revoltas.
Beijos
lágrimas caídas de agonia
vejo no teu olhar
floresce com valentia
o sol quer-te beijar
**
chora lágrimas
na tua alma lavou
tudo acalma
num amor que ficou
**
tuas palavras tocam fundo
beijos feliz dia!!
Choro,
mas que não seja eternamente.
O tempo irá sorrir à sua passagem.
Beijinho
bom fim de semana
beijos!!!
É bom não deixar coalhar o pranto no coração; as lágrimas aliviam a alma e limpam os olhos.
mas , depois, que venha o riso iluminar os teus dias.
Abraço grande
As lágrimas podem não resolver mas ajudam muito...
as tuas palavras fazem meu coraçâo
fazer-te um poema
se a minha chama
deixa de arder
alguem que ama
volta a acender
obrigado pelo teu carinho
beijos!!
As bágoas drenan a alma de torturas que non deben aniñar nela para enquistarse e facer moito mal.
Beijos de fin de semana
OLA FILOXERA, LINDO POEMA...GOSTEI MUITO...QUE TENHA UM FELIZ DOMINGO!!!
BEIJOS DE AMIZADE,
SUSY
O desenho do puto
tá porreiro!
Beijocas
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