29 junho 2009
27 junho 2009
Exposição Korta e kola
Ao comentar com a Margarida, coordenadora da biblioteca, o quanto tínhamos gostado de ver as obras expostas, ela deixou-nos a pensar numa ideia: "nós podemos fazer um workshop aqui, se quiserem. Deve é ser um grupo não inferior a seis elementos, de preferência com número par de participantes".
Cada participante conserva um cartão grande e faz, num mais pequeno, um recorte de uma figura completamente livre. Os cartões mais pequenos são depois trocados directamente entre todos os participantes.
Quem recebe tem de colar na frente do cartão maior o que restou da figura recortada que lhe foi entregue e compor, de forma absolutamente espontânea, um quadro onde insira aquela figura.
No próximo post, verão os trabalhos resultantes da nossa experiência. Valeu a pena. E ainda estão a tempo de fazerem os vossos.
25 junho 2009
Paixão: livros
A minha relação com os livros é uma relação de paixão. Paixão, sim.É de prazer, de sentidos que falo quando me refiro a livros.
Começa pelo título. Certos títulos prendem-nos de imediato, pela originalidade ou pela presença de alguma palavra que nos desperta um qualquer tipo de alerta.
Continua pelo aspecto da capa. Esta, pode ser atraente ou não. Há capas fascinantes, mas outras, não o sendo, podem, com a mesma capacidade, atrair-me e incitar-me a penetrar no interior do enredo que aguarda que o explorem.
Depois, há a própria narrativa. Isto se falamos de literatura. Há histórias que apenas me prendem ao fim de algumas páginas, outras, raras, revelam-se áridas e acabo por deixá-las. Talvez mais tarde me saibam a novo sabor, mais apetecível, que despolete o tal "clique".
E há os romances que me deixam refém desde a primeira frase. Amor às primeiras palavras. É o caso do livro que estou a ler, O Planalto e a Estepe, do autor angolano Pepetela.
Começa “A minha vida se resume a uma larga e sinuosa curva para o amor” e estou certa de que brevemente saberei como termina esta história de um amor impossível, que me leva de Angola à Mongólia, passando por Portugal, pela então URSS, pela Argélia, por Cuba e não sei se mais algumas paragens onde a minha imaginação gosta de se passear.
22 junho 2009
Sê bem-vindo, Verão!
Brinda-nos com horas e horas de praia, jantares tardios e serões bem temperados.
Verão das amizades, de matar saudades, de programas diferentes, de esquecer o relógio.
Sem frio nem chuva, com um gelado aqui, uma construção na areia acolá.
Senta-te connosco na beirinha do mar, chapinha e deixa-te ficar. Até tarde. Bem tarde...
19 junho 2009
Parabéns por esta etapa, Vasco!
Venceu-o com brio, orgulhoso por cada letra aprendida, por cada cálculo resolvido. O cérebro ainda disperso nas imaginações dos seus seis anos, consegue, porém, concentrar-se e obter, na maioria dos casos, resultados excelentes nas diversas matérias.
Vibra com as visitas de estudo, aplica-se na ginástica, cantarola as canções aprendidas nas aulas de Música. O Inglês da escola vai-o aplicando em casa e pedindo que lhe ensine novas palavras. Nas aulas de Expressões, os desenhos espelham a infantilidade que eu aprecio, traduzem o que observa, os seus gostos, a Natureza.
Cheio de novos amigos, afirma que não quer sair desta escola para a que fica mesmo do outro lado da rua da nova casa. Desta vez, o desafio é para mim…
Uma coisa de cada vez. Hoje quero aqui deixar os parabéns ao meu vencedor. Provou, mais uma vez, que alia sensibilidade e inteligência, obtendo sempre os melhores resultados.
17 junho 2009
Coincidências
Já uma vez me tinha referido, neste espaço, ao facto de na minha família haver diversos casos de irmãos com dezassete anos de diferença de idades, em sucessivas gerações.
Fi-lo num post que publiquei no dia do aniversário do meu irmão e até me referi ao facto de esta sucessão de coincidências dar azo a outro post.
Como o irmão dos meus filhos faz anos hoje, pensei: é hoje.
Assim, é hoje que vos relato as relação fraternas com diferença de dezassete anos que se registam à minha volta.
Começou na geração da minha mãe. Os meus avós tiveram oito filhos, dos quais quatro morreram precocemente na infância. Sendo o meu tio (sobre quem já tenho publicado posts acerca da sua vida em África) o mais velho, existiam entre ele e a minha mãe -a mais nova de todos- dezassete anos de diferença.
Eu própria nasci quando o meu irmão, filho da anterior mulher do meu pai, já contava dezassete anos.
E os nossos filhos também têm diferenças de 17 anos. No caso do meu irmão, tal não seria difícil, pois ele e a minha cunhada têm oito filhos. Dezassete anos separam a idade da terceira mais velha da do mais novo.
No caso dos meus, que são dois, a coincidência dá-se com os irmãos que têm do lado do pai. Se o meu filho tem menos 17 anos que a irmã mais velha, a minha filha tem praticamente a mesma diferença do irmão mais velho, a quem apenas uns dias não conferiram os 17 anos antes do nascimento da irmã.
A título de curiosidade: até o padrinho do meu filho tem dois filhos, no mesmo casamento, com este intervalo de idades.
Há ou não há coincidências?
14 junho 2009
Até um dia, Gírio!

Foram várias as viagens que empreendemos todos juntos. Um grupo de amigos que seguia os programas de viagens organizadas pelo meu pai numa época em que Gorbatchov abria as mentalidades e as portas da URSS ao turismo.
A notícia da morte de Manuel Gírio apanhou-me de surpresa. Nunca estamos preparados… apesar da distância no tempo, pois há muitos anos que o Alzheimer do meu pai nos fez apartar de uma série de amizades, não deixei de sentir a perda de mais um homem da cultura e do espectáculo português.
Espero que lá, nesse plano infinito, se reencontrem, ele, o meu pai, a Lucinda -que também connosco viajava com frequência- e aproveitem para pôr em dia temas políticos, culturais, familiares.
Lamentando não ter na minha posse nenhuma das letras que o Gírio costumava compor para as marchas de Campolide, percorri a internet em busca de elementos que me ajudassem a deixar-lhe uma homenagem merecida. Fui dar a um blogue , o Torre da Couraça, onde encontrei estas linhas. As primeiras são um poema da autoria deste amigo viajante, sendo as restantes a homenagem que o autor do blogue lhe dedicou, com as quais estou plenamente de acordo.
NA LINHA DO OESTE
A notícia da morte de Manuel Gírio apanhou-me de surpresa. Nunca estamos preparados… apesar da distância no tempo, pois há muitos anos que o Alzheimer do meu pai nos fez apartar de uma série de amizades, não deixei de sentir a perda de mais um homem da cultura e do espectáculo português.
Espero que lá, nesse plano infinito, se reencontrem, ele, o meu pai, a Lucinda -que também connosco viajava com frequência- e aproveitem para pôr em dia temas políticos, culturais, familiares.
Lamentando não ter na minha posse nenhuma das letras que o Gírio costumava compor para as marchas de Campolide, percorri a internet em busca de elementos que me ajudassem a deixar-lhe uma homenagem merecida. Fui dar a um blogue , o Torre da Couraça, onde encontrei estas linhas. As primeiras são um poema da autoria deste amigo viajante, sendo as restantes a homenagem que o autor do blogue lhe dedicou, com as quais estou plenamente de acordo.
NA LINHA DO OESTE
Não tenho tempo a perder
Nem truques a ganhar
Nem frases para entreter
Nem promessas de embalar
...
Levo o meu rumo traçado
E um caminho para andar:
Deixar p'ra trás o passado
E só p'rá frente avançar.
...
-Quem hesita na partida
Ficará a hesitar
o resto da sua vida....
...
Eu quero seguir a rota
que o bom senso me indicou
ser tal qual como a gaivota
que pr'a trás nunca ficou.
...
- Vou embarcar no comboio
que a vida me destinou...
...
Vou p'la linha do Oeste
atrás da minha vontade
já num azul-celeste
vi o sol da Liberdade!...
...
Onde é que ficou a esp'rança
naquele Maio projectada?
quando é que de Abril se alcança
a promissora alvorada?
...
-E é do comboio que avança
esta lembrança mordaz;
«Ficou p'ra trás, ficou p'ra trás, ficou p'ra trás...»
...
Mesmo se o combóio parar
eu hei-de seguir viagem.
Aqui não me quero ficar
Não me falte a coragem!
Sozinho ou acompanhado
devagar ou a correr
não hei-de ficar parado
porque parar...é morrer!
...
O Manel não morreu, prosseguiu viagem. Porque só tardiamente tive notícia da sua partida, não estive lá, nesse derradeiro cais onde embarcou, só com bilhete de ida como sempre acontece, para dele me despedir com a promessa de que ainda um dia nos haveremos de encontrar para longas conversas sobre teatro e música.
Até lá fica a lembrança desse homem afável e educado, culto e sonhador, companheiro de Abril e de outras jornadas, como a do inesquecível Jornal de Alenquer onde saíu o belíssimo poema de que acima transcrevemos alguns excertos em sua homenagem. Esse poema havia sido dito no Sporting Clube de Alenquer num aniversário do jornal (1979) e toda a sala o apaludiu de pé.
O Manuel Gírio escreveu e encenou teatro. No teatro de Revista atingiu alturas que o levaram a ser representado por companhias profissionais. E quem não se lembra de todos esses espectáculos que puseram Alenquer a rir e a chorar? O Manel era igualmente um excelente letrista.
E é situando-o no palco, à boca de cena, agradecendo os aplausos pelo sucesso de uma vida, enquanto as cortinas lentamente se fecham e as luzes se apagam, a última imagem com que quero ficar dele. Até sempre Manel.
08 junho 2009
Aleluia
Não foi milagre ressurgir, Senhor,
Num dia natural de primavera.
Tudo ressurge quando tem calor.
É por calor que toda a morte espera.
Milagre era acordar no inverno, era
Subir da cova frio como a dor,
E, com a neve nas dobras da quimera,
Mostrar a Madalena a carne em flor.
Contra a seiva da vida e a sua lei
É que valia a pena demonstrar...
Viver dentro da morte é que era um salto!
Assim, vejo-te apenas como sei:
Um corpo que parou de levedar,
E veio à tona ver o céu mais alto.
(Soneto de Miguel Torga)
05 junho 2009
Estou-me nas tintas para meias-tintas.
A vida é só uma e eu sei que metade é para acordar.
Por isso, vou recusar o supérfluo, deixar de lado o neutro e o assim-assim. Não quero mais superficialidades, meio-gás ou indefinições, incertezas e trivialidades.
Quero tudo. O esforço e o resultado. O gesto e a gratidão. O amor e a entrega. O sorriso que gera sorriso, o pensamento e a acção, a amizade a toda a prova.
Não abdico do futuro. É nele que me concentro. Será como um carrocel, onde a música será alegre, os amigos entrarão sempre que quiserem para saborear sucessos, partilhar afectos, praticar a telepatia.
03 junho 2009
Um dia destes...
... juntámo-nos as três.
O local, ao ar livre, recebia-nos com uma música ambiente que não destoava do rumorejar da água batida a remos.
A refeição, variada e saborosa, acompanhava a conversa, sempre fluida e agradável, com risos aqui e sorrisos ali.
Há momentos que nos trazem bem-estar, que enriquecem os dias. Este foi um desses momentos. Porque o grupo era pequeno, mas bom.
01 junho 2009
Parabéns, Mafalda!
(o bolo de aniversário que fiz para a minha filha)
És a menina mais linda, mais alegre e mais endiabrada que conheço.
És aquela que cativa toda a gente, desde a rua a lojas, restaurantes e escolas. És o extremo da rebeldia e o carinho sem limites.
Todos dizem que és uma boneca, uma princesa, mas tu és uma força da Natureza. Que dança assim que ouve uns acordes musicais, que explode em ralhetes quando te contrariamos, que se impõe perante qualquer criança mais crescida.
És capaz de esgotar a paciência a um santo e consegues ser também a pessoa mais afectuosa que alguma vez conheci. Espontânea, radical, extrovertida, sempre irrequieta.
Que a vida te reserve as melhores coisas, te traga muito do que nos apazigua a alma e pouco do que fere cá dentro. Que vivas sempre rodeada de amor, como mereces.
E que eu te veja sempre sorrir. E rir. Gargalhar.
Hoje, dia da criança e dia teu, que fazes anos e assim serás sempre criança.
És aquela que cativa toda a gente, desde a rua a lojas, restaurantes e escolas. És o extremo da rebeldia e o carinho sem limites.
Todos dizem que és uma boneca, uma princesa, mas tu és uma força da Natureza. Que dança assim que ouve uns acordes musicais, que explode em ralhetes quando te contrariamos, que se impõe perante qualquer criança mais crescida.
És capaz de esgotar a paciência a um santo e consegues ser também a pessoa mais afectuosa que alguma vez conheci. Espontânea, radical, extrovertida, sempre irrequieta.
Que a vida te reserve as melhores coisas, te traga muito do que nos apazigua a alma e pouco do que fere cá dentro. Que vivas sempre rodeada de amor, como mereces.
E que eu te veja sempre sorrir. E rir. Gargalhar.
Hoje, dia da criança e dia teu, que fazes anos e assim serás sempre criança.
Muitos parabéns, filha!
(hoje, o meu "pai inglês" também faria anos, se não tivesse este mundo há pouco tempo. Vai haver uma cerimónia em Werrington, e o meu coração estará metade cá, metade lá)
30 maio 2009
Dia Mundial da Criança
Nós, antecipamos. É que cá em casa coincide com um aniversário.
E, no fim-de-semana, não faltam programas apelativos para os mais novos. O Museu da Electricidade consagra-lhes três dias, a Baía de Cascais terá iniciativas infantis ao longo do Domingo e não faltam outros programas, que isto de eu me fazer de roteiro cultural já teve melhores dias.
Há ainda, ao que consta, o Sol a brindar com a luz quente animadora para um dia de praia.
O que importa não é ter uma prenda para lhes darmos. Importa, sim, que nos dediquemos a eles, lhes possibilitemos um dia bem passado.
Toca a puxar pela imaginação e tornar o dia especial. Divirtam-se!
26 maio 2009
Há dois anos foi assim
Ainda bem que aqui estás. Senta-te aqui, junto a mim.Tenta não me julgar.
Hoje, só nós.
Conversemos. Há tanto tempo que adiamos esta conversa...
Com um café estaremos melhor. Trago dois da cozinha e um pratinho com bolachas. O aroma do café traz-me uma sensação de reconforto e bem-estar quase incomparável.
Podemos ficar horas, tens todo o tempo para mim? Excelente! É que estou em cacos, e os cacos levam muito tempo a juntar. E, já se sabe, nunca ficam 100% como antes.
Estou assim, carente de tudo. Considera-me a planta mais sensível da tua estufa. Enche-me de atenções. Ouve, diz, pergunta, conta. Segura-me bem. Transporta-me cuidadosamente, leva-me para um porto de abrigo secreto. Envolve-me em atenções.
Senta-te ao piano e toca para mim. Lê-me um poema; melhor: escreve um poema para mim.
Ajeita-me a melena que teima em vir para a cara, redescobre alguma da minha beleza desvanecida. Segura-me na mão, ri-te comigo, traz à memória velhas histórias de infância.
Reassegura-me que gostas de mim mesmo nas fases obscuras, oferece-me um elogio.
Preciso de sentir-te parte do meu universo. Não basta saber, é necessário sentir. Mostra-me que és um bocadinho meu, que há coisas que ninguém nos pode tirar. E, desta vez, perdoa-me a lamechice; alimenta-a, peço-te. Faz-me a transfusão emocional, vital nesta fase.
Porque é de abraços que preciso, e de surpresas, e de uma festa-surpresa. É urgente redescobrir a vida e tu podes ajudar-me. Traz-me um desenho teu, ou um recorte de jornal. Eu dou-te, em troca, um livro, um postal.
Fica. Rebola-te a rir. Ou a chorar. A sentir esta breve passagem (hoje estou com umas saídas pirosas- dá-me um desconto...). Prepara-me um jantar à luz de velas. Vamos saborear a meias o gelado, directamente da embalagem. Deixa-me aninhar em ti e massaja-me a garganta, a ver se o aperto vai embora.
Faz tábua rasa de todas as situações em que possa ter-te desiludido. Eu assim o farei também. Faz-me companhia na insónia.
E vamos ficar estáticos na alegria do momento.
Com alguma arte, talvez consigamos esticá-lo no tempo...
23 maio 2009
Mais crescida
Não se limita deitar os seus bonecos e a ser responsável por todo o género de disparates; hoje, deu-lhe também para se responsabilizar pelos peixes: deu-lhes a provar iogurte líquido...
21 maio 2009
Citação
Não sei escrever o que sinto.
Mas sei sentir
O que penso.
Li este post num blogue do amigo Vieira Calado, que não conheço pessoalmente mas prezo pela sensibilidade poética, pela criatividade e pela simpatia sóbria.
Deu-me que pensar.
De facto, podemos por vezes ter a sensação de não sabermos escrever o que sentimos, sem, no entanto, deixarmos de sentir o que pensamos.
O que sucede, outras vezes, na minha opinião, é que nós nos auto-censuramos. Temos algo para transmitir, mas algo tão forte, tão intensamente doloroso ou tão íntimo que nos inibimos de escrevê-lo. Porque não queremos expor aos olhos de todos, dado o impacto que daí adviria. Ou porque alguém está lá, no papel de Big Brother, watching you.
O que constato é que, nas linhas que escrevo, muitos captam o que ficou por dizer. As palavras que talvez um dia venham a ser ditas, aqui ou noutro contexto.
Sinto que a empatia, a solidariedade não são coisas que se sintam cara-a-cara. São sentimentos que provêm de uma identificação que fazemos do que cada um escreve, mesmo sem nos conhecermos. E há a intuição, essa capacidade fabulosa que os seres demasiado sérios e inventores de complôs e enredos blogosféricos não conseguem sentir.
18 maio 2009
Sim, estou de volta
Não é fácil adiar indefinidamente as coisas.
Não é fácil sentir que falta algo. Ou até mesmo muita coisa.
Também não é fácil acreditar, quando os sinais vão no sentido inverso. Mas podemos sempre fazê-lo.
Eu fi-lo. E agora estou de volta. Com muito que deixei para trás, com caminhos que espero trilhar.
Mas, para já, apenas vos digo que estou contente por estar de regresso ao blogobairro. Retomei uma das coisas que não queria adiar: a passagem pelos vossos espaços.
17 maio 2009
Regresso anunciado
Mas já faltou mais para poder voltar a fazê-lo.
A todos, beijos e saudades.
14 maio 2009
Amanhã
Avisa-se o blogobairro que, salvo algum contratempo como os que são frequentes, a partir de amanhã terei internet novamente.
Espero que a inspiração venha também, em jeito de bónus...
Espero que a inspiração venha também, em jeito de bónus...
10 maio 2009
Ausência
Por diversas razões, o Escrito a Quente anda num ritmo morno, quase frio.
A gestão de uma mudança alia-se ao facto de não dispor de serviço de internet, ambas adiando o momento inspirador em que a escrita proporiona um momento de evasão, o fruir da imaginação.
Já sinto saudades de visitar os blogues amigos, saborear textos e vivências. Esperemos que a normalidade regresse depressa.
Até lá, peço-lhes que não estranhem a minha ausência involuntária.
03 maio 2009
Dia da Mãe
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