(imagem retirada da internet)
Um oásis pela frente.
O calor evolando-se do
chá de menta, dos corpos lânguidos, ocultos pelos véus.
Uma dança do ventre que
se solta duma carícia, na tenda secreta, de entre almofadas multicolores.
Há palmeiras a derreter
nos últimos acordes de Sol. Rosas do deserto escondendo-se dos ventos contra-alísios.
Espíritos encantados por
flautas que desencantam serpentes.
Aromas de narguilé embriagam o ar quente e os sentidos.
A imensidão das dunas,
pequena perante as nossas viagens pelas palavras.

