31 agosto 2008

Há quanto tempo...


(foto de um quadro feito pela minha mãe, com 33x33 cm)

«... não se lembra de visitar o blogue onde "exponho" os trabalhos da minha mãe?
Vá lá, mesmo que sinta sono; não é necessária concentração para ler- são posts onde apenas os bolos, quadros e outras obras da minha mãe aguardam pelos seus segundos de protagonismo.
O endereço é http://compratosebolos.blogspot.com

29 agosto 2008

Fazer amor

Desengane-se quem vier em busca de inconfidências minhas acerca do acto de amor, no sentido sexual.

Não é esse o tem do meu post de hoje.
Deu-me para me questionar se a expressão "fazer amor", no sentido em que é convencional utilizar-se, será, de facto, apropriada.
Eu explico-me; se tiverem curiosidade em seguir a minha lógica, se é que assim se pode chamar.


É frequente eu deitar-me na minha cama, à noite, com um filho de cada lado. É um mau hábito para eles, que terei de contrariar suavemente, pois qualquer dia não consigo que adormeçam sem companhia, cada um na sua cama.
Mas é um momento de ternura, de amor.
Sinto aquelas mãozinhas pequenas a acariciarem-me ou a exigirem o meu pescoço para um abraço terno. As palavras carinhosas, os beijinhos doces, os dela ainda com um certo aroma de bebé, seja ele o da loção, das gotas polivitamínicas ou mesmo da fralda molhada, mas de bebé, ponto.
Os braços magrinhos do Vasco ou o corpinho rechonchudo da Mafalda, todo o ambiente de cumplicidade e de entrega total ao miminho me faz questionar se não será isto "fazer amor".
Certamente que o prazer que retiramos e oferecemos quando saboreamos momentos de intimidade sensual também pode ser designado dessa forma, mas tem muito mais de volúpia, de erotismo, de brincadeira, do que estes momentos de preâmbulo do sono que eu por vezes saboreio com os meus filhos, numa atmosfera meramente sensorial e inocente.

26 agosto 2008

Matar saudades

(foto minha, andando de bicicleta em Inglaterra -Werrington, Peterborough- em Agosto de 1993, a última vez que me recordo de ter pedalado antes do passado Domingo)

Diz a canção que dez anos é muito tempo.
Pois eu, no passado Domingo, matei saudades de algo que não fazia há década e meia: andar de bicicleta. Foi fabuloso! Quis logo publicar um post acerca deste "feito", mas decidi esperar até poder digitalizar a foto da última vez que me recordo de ter pedalado.
Levei uns momentos a adaptar-me à bicicleta. A minha memória distante devia ter gravadas outras dimensões. Também ainda não tinha andado numa bicicleta com mudanças.
Mas pode dizer-se que me saí bem.
Soube a pouco. Pelas saudades que tinha, pelo facto de me ver, em três semanas, pela primeira vez livre da função de mãe (ainda que só por um bocadinho), pela sensação de liberdade sobre duas rodas.
Agora, nada me pára.

25 agosto 2008

22 agosto 2008

Mais um momento de ouro

(imagem do Sapo)

Coroando um sorriso puro, quase infantil, o ouro merecido.
Parabéns, Nélson! Pelo resultado, pela atitude, por teres conseguido emocionar-me.
Foi uma bela prenda no meu aniversário, este momento de alegria nacional.

16 agosto 2008

Dois dias fora

Fomos ao Alentejo, ter com amigos. Só dois dias.
Com a habilidade que se desenvolve em tempo de vacas magras, consegue-se fazer com que dois dias saibam a mais e sejam bem aproveitados. Muito bem, mesmo.
Muita companhia. E boa. Muito arejar de pensamentos.
Os miúdos entretidos no meio de muitos. Os pais à conversa ou a ler, junto à piscina ou na sala, ponto de encontro de uma grande família.
Passeio, quebra de rotina, bom tempo, paisagens, o marulhar da água à passagem das braçadas.
Não sei o que mais me deliciou, só sei que o corpo já está de volta à realidade, mas a mente continua por lá...

09 agosto 2008

Associação de ideias

Verão. Calor. Praia. Mar. Azul. Água. Areia. Mergulho. Nadar.

Chapinhar. Brincar. Baldes. Pás. Crianças. Gelados. Leituras.

Descontracção. Passeios. Ar livre. Sorrisos. Abraços. Amor.

01 agosto 2008

Entramos num novo mês


Estamos à porta de Agosto. Um mês a estrear.
Agosto do calor, das viagens, das expectativas.
Agosto com porta azul, o meu mês, a minha cor.
Deixo o calor de fora; aqui só entram livros, risos infantis e descanso, numa combinação quase impossível.
De fora o quotidiano, o cansaço, as preocupações. Só os passeios, os amigos, a água e o Sol terão lugar no meu Agosto.
Agosto de sonho, fecha a porta aos pesadelos. Que se inicie uma nova fase...

(Hoje inicio um novo desafio, aqui no Escrito a Quente: O André tem um álbum de fotos que me incitou a comentar. Eu adorei as imagens dele, que merecem melhor escrita do que a pressa permite. Mas, futuramente, surgirão neste espaço novas combinações de fotos do André com posts meus)

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